Rodrigo Barroso é policial penal desde maio de 2016Foto: Reprodução/Redes sociais/ND Mais
Rodrigo Barroso estava em prisão preventiva desde 26 de fevereiro de 2026. Acusado de envolvimento em uma rede de corrupção no presídio de Lages, na Serra de Santa Catarina. A nota foi encaminhada ao ND Mais, no início da tarde desta sexta-feira (19).
Após pedido de sua defesa, o doutor Guilherme Ramos, advogado do ex-policial penal e ex-diretor do presídio de Lages, Rodrigo Barroso, preso na Operação Carne Fraca, desencadeada pelo GAECO, a Justiça concedeu liberdade provisória.
Segundo a nota, Barroso vai responder em liberdade às acusações de receber os benefícios de familiar de detento.
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Desdobramento dos fatos sobre a prisão de Rodrigo Barroso
O diretor teria mantido relação pessoal com a companheira de um apenado e recebido carnes nobres, como picanha, em troca de vantagens indevidas. A operação investigou crimes envolvendo corrupção, violação do sigilo funcional e advocacia administrativa.
A investigação teve início após uma representação que denunciava benefícios irregulares a um preso da unidade, que teriam acontecido entre março e outubro de 2025.
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Rodrigo Barroso atuava como diretor da unidade prisional desde agosto de 2022 – Reprodução/Redes sociais/ND Mais
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Desdobramento da operação Carne Fraca – Reprodução/Redes sociais/ND Mais
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Barroso vai responder em liberdade às acusações de receber os benefícios de familiar de detento – Reprodução/Redes sociais/ND Mais
A liberdade provisória foi concedida no fim da manhã desta sexta-feira (19). Rodrigo Barroso encontra-se em Florianópolis e a sua liberação deve acontecer no fim da tarde.
