Deputado Marcos Vieira foi notícia na Ilha.Foto: Agência Alesc
A decisão do TRE-SC sobre a abordagem ao deputado Marcos Vieira esclarece um ponto que permanecia sem resposta: a diligência da Polícia Federal foi desencadeada por um RIF (Relatório de Inteligência Financeira) do Coaf, que apontava o provisionamento de um saque de R$ 500 mil.
Segundo o desembargador José Sérgio da Silva Cristóvam, porém, a PF agiu antes da instauração de um inquérito, sem mandado judicial e sem situação de flagrante, ao abordar Vieira em via pública. Em análise preliminar, o magistrado considerou a medida precoce e precipitada.
O conteúdo do RIF e os elementos que levaram o Coaf a registrá-lo ainda não são públicos.
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